janeiro 25, 2016

[indie da semana] – Blues and Bullets

O primeiro episódio do indie espanhol Blues and Bullets causou uma impressão e tanto em todos aqui do Blog do Xbox. Primeiro porque o jogo tem aspectos técnicos bastante distintos, com gráficos em preto e branco e muito estilo; outro motivo é por conta do período histórico onde tudo se passa: a Grande Depressão na Boston dos anos 30. O vilão? Al Capone? O mocinho? Eliot Ness. Ambos tiveram papel de destaque no período e, dentro da ficção criada pelo jogo, onde uma seita cultista sequestra crianças, seus destinos, mais uma vez, se cruzam.

Tivemos a oportunidade de entrevistar o produtor da A Crowd of Monsters, Ramón Nafria, e a conversa você confere logo abaixo. Se liga aí!

blog-do-xbox-blues-and-bullets 01

Blog do Xbox: Fale um pouco sobre vocês! A Crowd of Monsters é formada por quantas pessoas? Como é a rotina de um desenvolvedor de jogos na Espanha?

Ramón Nafria: No momento, somos em cerca de 20 pessoas. Nossa rotina é muito diferente a cada dia, sempre dependendo da área de atuação de quem você direciona a pergunta. Basicamente, nos dedicamos integralmente a nossos jogos em todas as áreas possíveis.

BDX: Como foi a aproximação da Microsoft e do programa ID@Xbox?

RN: Nós preenchemos os requisitos no próprio site do ID@Xbox. Fomos respondido e, depois de algumas questões adicionais, fomos convidados para um evento para mostrarmos o jogo. Tudo correu muito bem!

blog-do-xbox-blues-and-bullets 02

BDX: Por que Blues and Bullets é um jogo episódico? Por que resolveram adotar esse formato?

RN: Porque realmente acreditamos que agora é um grande momento para conteúdo episódico. Além disso, podemos receber feedback dos jogadores episódio por episódio, melhorando o jogo conforme o realizamos.

BDX: Você poderia falar um pouco mais sobre suas inspirações? Especialmente envolvendo filmes, por que o jogo tem muito de cinema noir, certo? E o que vocês tem jogado ultimamente?

blog-do-xbox-blues-and-bullets 03

RN: São muitas inspirações… Sin City, Metropolis, Max Payne, L.A. Noire, Boardwalk Empire, True Detective, Sherlock Holmes… E jogamos todos os jogos que conseguimos. Por exemplo, tenho jogado That Dragon, Cancer no PC no momento.

BDX: O jogo é bastante inspirado em eventos reais com figuras muito conhecidas pelo público. Como foi balancear ficção e realidade?

RN: Há alguma verdade histórica e real por trás do jogo… mas muitas coisas fomos nós que invetamos!

voltar